Bom, a partir de hoje eu vou tentar mudar a cara do meu blog, deixar de lado esses textos loucos que exprimem passagens de minha vida, e tentar contar um pouco mais claro e objetivo o que se passa na minha vida real, como se fosse um diário virtual. Tá bom, eu confesso que não sou criadora dessa questão, tem mei-mundo de gente fazendo isso de forma engraçada e legal, afinal (ALOOUU), como se eu já fosse esquecendo, o BLOG em si, foi criado para isso. Ainda assim queria deixar aqui duas referencias fortissimas que me fizeram mudar a forma de REconstruir o meu blog, primeiro, o blog de Lili Prata http://liliprata.blog.uol.com.br/, famosissima no Mundo do Blog, super criativa, engraçada e a minha MUSA inspiradora, lembrando que me baseio fortemente nela, e claro, não deixando de lado a minha Originalidade. E em segundo lugar e não menos importante, ou melhor (O mais importante), meu amigo, primo e ex-namoradinho (rs) (Ele vai me matar pelo ex-namoradinho) se é que vocês me entendem, O Dan http://docks.zip.net/index.html, na verdade verdadeira foi o blog dele que me fez me aproximar dele, estava lá eu, linda e feliz em mais um dia de trabalho quando me debato no orkut com o link do blog dele (que meu ex-chefe não saiba disso), e então como sempre curiosissima, resolvi bisbilhotar e me diverti muito com a historias dele, ri DE BUCADO e digamos que daí tudo começou. Pois bem, já estava mais que na hora de entrar pra esse mundo blogueiro do jeitinho que ele me foi apresentado, devido ao INsucesso dos meus textinhos embaralhados, aqui estou eu, apostando mais uma vez em minha (rs) criatividade e loucuras relacionadas ao meu dia-a-dia. Muito Obrigado aqueles que estão torcendo e vamos lá. Beijinhos Beijinhos.
domingo, 21 de setembro de 2008
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Epitáfio.

E neste decrépito estado em que estou, deixo aqui as minhas póstumas palavras na lápide gélida e tristonha do cemitério da esperança:
Aqui Jaz, moça de boa indole, amante das pessoas e dos animais. Sempre prostra pra ajudar e compreender o incompreensível. Assim como as demais, Rafaele Oliveira Costa (Registro terráqueo) sonhava com o príncipe encantado, mas queria mesmo era casar com a natureza usando allstar. Dona de algumas histórias de amor, Tify Monrã (Registro no RPG) padeceu na terra com histórias inacabadas no peito, choramingava pelos cantos o que não amou, e adorava sofrer por algum amado. Sempre confiante nos seus amigos Tifiono Cesri (Registro ZENIT POLAR), deixou saudades em muitas pessoas, mas também conseguiu plantar a semente do seu sorriso em cada "aquele" que cruzou-lhe o seu caminho (nos dias de sol é claro), Pois quando chovia Rafinha (Para os intimos) se recolhia em um de seus confortantes lares e aguardava, esperando o novo. A cada gota de água latente que tendia à perdurar no escuro ou limpido céu. Rafy Costa (Vide Orkut) apostava todo o seu amor e carinho por um "sol" melhor. Agora porém a virginiana (Horóscopo estrelar), descansa e adormece para aqueles que a olha absorto. Para os que querem atravessar o mar, Rafy sorri e continua esperando por um “sol” melhor.
Aqui deixo minhas palavras que insistem em saltar de uma boca que já não fala e nem come, mas exprimem palavras entre os dedos que contornam um momento de muita dor e "sufrição".
*Amanhã estarei MELHOR.*
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Janelinha de sol
O homem só estava ali, presente todos os dias no que se pode chamar de balaustrada virtual, esperando algo ou alguém que lhe despertasse aos olhos que não se vê e aos dedos ágeis que deslizavam sobre alguns botões. A presença era imperceptível, o sol não brilhava naquela janela, AINDA não brilhava, somente umas misturas de letras com símbolos, mas nada de muito afago. Até então só pretéritas lembranças de quando pequena e encontros cordiais entre as luzes e o som. Pois bem, Fez-se despertar aquilo que um dia os astros conspiraram, um súbito desejo descontrolado de compartilhar risos e balanceios. A janela que via-se da balaustrada, agora juntava uns códigos de "0 e 1"¹ mais brilhantes, os dedos torciam para que a pequena acertasse o vidro da janela com pedrinhas cintilantes, mas o tempo e a freqüência não estavam em sintonia. Enclausurada na vontade de manter contato, e no "ne pas"² que insistiam em negar os verbos, a pequena por uma flechada de sorte ganhou um chocolate, e agora compartilha de abraços, conforme. Sorrisos, conforme e Beijos inconformados com as despedidas.
¹ "0 e 1" - Linguagem em bits do computador.
² "ne pas" - Usa-se no francês para negar o verbo, ex.: Je ne veux pas - Eu não quero.
.
por Rafy Costa
quarta-feira, 16 de julho de 2008
LUHRAHROH - O que ficou em nós.
Como se adaptar? Nem sei qual palavra falar. Qual texto a escrever? Se nem sei o que fazer. A ilusão de poder ver e um sonho descrever. Perder pra quê? Não valerá a pena. Ainda que possam ser pequena. Não cabem no meu coração. Transborda a emoção. De vê-las chegar. Não me façam esperar. Não quero repousar. Sem ao menos lhes falar, do sentimento. Que nesse momento. É saudade. Com voracidade. Sem dó nem piedade. Que me invade. Que me impede que me pede para acalentar. Não posso esperar. Quero-lhes contar tudo que aconteceu. Saudade do apogeu. De quando o limite era o céu. Enquanto não havia réu. Doce feito mel, dentro de uma cachaça. Que dava sabor e toda graça. Ansiedade não disfarça. Espero-lhes na praça. Com roupa de caça, venham me encontrar. Pegaremos um barco, iremos viajar. Atravessando o mar. Com o sol a queimar. Com um garoto ficar. De água salgada nos banhar. E brincar. Brincar de ser feliz. Pintar nosso nariz. Beber do chafariz. Da fonte da bica. Abençoada e rica. Rejuvenescer a vida. Que é bonita, colorida. Ver o dia amanhecer. Tudo de bom acontecer. Reviver, o que no ontem ficou guardado. Juramento selado. Num abraço apertado com um beijo dado. Um trio formado, LUHRAHROH. Estou a sua procura para poder sorrir. E nunca mais ver-lhes partir.
Por Rosane Fiori
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Cores Enquadradas

Ah! As cores .. seria fantasia dizer que meu mundo baseia-se na dimensão das cores, seria por fim extremamente utópico negar esta condição.
vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta me levam ao pote de ouro e porque não encontrar o caminho das cores da minha felicidade? Tive uma rápida sensação de estar a cento e vinte porcento de vermelho negando cada vez mais à condição do preto opaco e do branco sem graça, o amarelo ouro queimando no azul liqüefeito, faz-se pendurar a prata brilhante no negro do espaço que vigiava dois corpos quentes recorbertos de todas as cores possiveis do universo. Os tons saturados descrevem a intensidade dos sentimentos de ambos e a luminosidade ressaltam quatro olhos se cruzando e direcionando-se para o mesmo horizonte. Como já de se imaginar o transparente fez-se presente em nosso quadro translúcido, a brisa ao tocar nossa pele rosada, por um momento silenciou palavras e apagou as luzes, nitidamente o reluzente cintilou um ruído interior que até então se descompassava com o tempo, mas a harmonia tornou-se tão extensa que agora se ouvia um unico som propagando-se no tranparente do vento.
.vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta me levam ao pote de ouro e porque não encontrar o caminho das cores da minha felicidade? Tive uma rápida sensação de estar a cento e vinte porcento de vermelho negando cada vez mais à condição do preto opaco e do branco sem graça, o amarelo ouro queimando no azul liqüefeito, faz-se pendurar a prata brilhante no negro do espaço que vigiava dois corpos quentes recorbertos de todas as cores possiveis do universo. Os tons saturados descrevem a intensidade dos sentimentos de ambos e a luminosidade ressaltam quatro olhos se cruzando e direcionando-se para o mesmo horizonte. Como já de se imaginar o transparente fez-se presente em nosso quadro translúcido, a brisa ao tocar nossa pele rosada, por um momento silenciou palavras e apagou as luzes, nitidamente o reluzente cintilou um ruído interior que até então se descompassava com o tempo, mas a harmonia tornou-se tão extensa que agora se ouvia um unico som propagando-se no tranparente do vento.
por Rafy Costa
Assinar:
Postagens (Atom)